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segunda-feira, março 8, 2021
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Anvisa decide neste domingo se libera uso emergencial de vacinas

Este domingo, 17, será um dia decisivo para que o governo defina, enfim, quando terá início o Plano Nacional de Vacinação contra a Covid-19 no país. Amanhã termina o prazo para a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) analisar os pedidos de uso emergencial da CoronaVac, a vacina de origem chinesa e fabricada pelo Instituto Butantan, de São Paulo, e da solicitação da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), que diz respeito ao imunizante desenvolvido pela Universidade de Oxford, em parceria com a farmacêutica AstraZeneca. A Anvisa informou que a reunião que baterá o martelo sobre a questão está marcada para amanhã, às 10h, e, segundo uma postagem feita pelo órgão em uma rede social, ela deverá se estender por cinco horas.

Caso a Anvisa aprove o uso emergencial das duas vacinas neste domingo, o Ministério da Saúde afirmou que a vacinação em todo o país teria início na próxima quarta-feira, dia 20. Ao longo da última semana, o órgão de vigilância sanitária responsável pela liberação de medicamentos e imunizantes no Brasil já estava de posse de 100% da documentação exigida para analisar os dois processos. A aprovação ou não do uso emergencial das vacinas CoronaVac e da AstraZeneca ficará a cargo de cinco membros da Diretoria Colegiada da Anvisa. O órgão anunciou hoje também que a reunião será disponibilizada por seus canais de comunicação.

Além da aprovação das vacinas, ainda há outras questões a serem resolvidas pelo Governo Federal. Na última quinta-feira, 15, a Índia comunicou ao Brasil que não atenderá agora o pedido para a liberação de 2 milhões de doses de vacinas da AstraZeneca/Oxford. Alegou problemas logísticos para liberar o imunizante ao Brasil. Estas doses seriam usadas antes da Fiocruz dar início a produção da vacina de Oxford em sua unidade fabril, no Rio de Janeiro. Com o impasse com a Índia, o governo solicitou a entrega imediata de 6 milhões de doses da CoronaVac pelo Instituto Butantan, de São Paulo. O instituto, no entanto, questiona o Ministério da Saúde sobre a quantidade de doses do imunizante que serão destinadas especificamente a São Paulo.

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