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sexta-feira, abril 23, 2021
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Bolsonaro escolhe médico Marcelo Queiroga como novo ministro da Saúde

O presidente Jair Bolsonaro escolheu nesta segunda-feira, dia 15, o médico Marcelo Queiroga, presidente da Sociedade Brasileira de Cardiologia, como o novo ministro da Saúde. Ele assume no lugar do general Eduardo Pazuello com o desafio de enfrentar o pior momento da pandemia de Covid-19 no Brasil.

A informação foi antecipada por  pastores evangélicos que se encontraram com Bolsonaro hoje à tarde. Queiroga foi recebido pelo presidente e aceitou o convite. Queiroga também teve um encontro com o presidente nesta segunda-feira, onde aceitou o convite de assumir o ministério mais importante do governo neste momento crítico da pandemia de Covid-19. “A conversa foi excelente, já o conhecia há alguns anos. Não é uma pessoa que tomei conhecimento há poucos dias. E tem tudo no meu entender para fazer um bom trabalho, dando prosseguimento em tudo o que o Pazuello fez até hoje”, disse o presidente em um vídeo no Youtube.

Médico há mais de 30 anos, Queiroga é próximo do senador e filho do presidente Flávio Bolsonaro (REP-RJ) e tem proximidade com o clã por meio da política paraíbana. Governadores e secretários estaduais de Saúde também receberam com o otimismo a escolha do médico por o considerarem um nome técnico e bem aceito no mundo político.

Nascido em João Pessoa, ele é formado em medicina pela Universidade Federal da Paraíba e fez residência no Hospital Adventista Silvestre, no Rio de Janeiro. Ele também tem uma especialização em cardiologia, com área de atuação em hemodinâmica e cardiologia intervencionista.

Em dezembro de 2020, Queiroga foi indicado por Bolsonaro para ser um dos diretores da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). A indicação ainda havia sido votada pelo Senado Federal.

Assim que for efetivado no Diário Oficial, Queiroga se torna o quarto mnistro da Saúde no governo Bolsonaro. Ele entra no lugar de Pazuello, que fez um balanço de sua adminitração e admitiu que Bolsonaro estava em “tratativas” para substituí-lo do posto. Antes dele, a pasta já foi comandada pelo ex-deputado e médico Luiz Henrique Mandetta e o médico oncologista Nelson Teich.

 

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