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sexta-feira, abril 23, 2021
Início Brasil Sucessão de Bolsonaro deve ser discutida só em 2022, defende Pacheco

Sucessão de Bolsonaro deve ser discutida só em 2022, defende Pacheco

Presidente do Senado, Rodrigo Pacheco participou na manhã desta segunda de uma conversa com 300 investidores estrangeiros e brasileiros reunidos pelo FMI.

No papo, o chefe do Congresso foi questionado sobre as articulações dos partidos para 2022 e o fato de o DEM, legenda de Pacheco, lançar o nome de Luiz Henrique Mandetta nessa pré-temporada eleitoral foi citado na pergunta. Pacheco já havia abordado a questão nas Páginas Amarelas de VEJA, em entrevista ao editor executivo Daniel Pereira.

Na reunião com o FMI ele reforçou. “Sou filiado ao DEM, respeito (o lançamento do nome de Mandetta), mas não tomarei parte disso (negociações dos partidos em torno de nomes para a disputa presidencial). Vamos cuidar da pandemia, dos projetos estruturantes para sairmos da crise no pós-pandemia e acho que 2022 deve ser discutido unicamente em 2022. Não podemos antecipar isso”, disse Pacheco.

Para o presidente do Senado, as disputas políticas que surgirão por causa da corrida presidencial precisam ser colocadas de lado para não contaminarem o trabalho em curso no combate à pandemia.

“Tenho tido muita cautela para tratar de processo eleitoral de 2022, até pelo momento em que estamos vivendo na pandemia. Conseguimos politizar vacina, leito de UTI e oxigênio no Brasil. Isso é muito ruim. Essa politização é algo que não podemos permitir que aconteça mais”, disse Pacheco.

O presidente do Senado, como o Radar já mostrou, é lembrado por empresários como uma figura que pode ter relevo na disputa presidencial. Mas, como condutor dos trabalhos de combate à pandemia no Legislativo, ele evitará entrar no debate eleitoral partidário.  “Nesse momento, meu partido político único é o Brasil e o enfrentamento da pandemia”, disse Pacheco.

O foco é no combate ao vírus e na vacinação: “Não tenho tido nenhum comentário nem de pré-candidatura do meu partido nem de reeleição de Bolsonaro ou de possibilidade de eleição do ex-presidente Lula. Tenho buscado me abster realmente de fazer esse tipo de comentário para evitar politização de índole eleitoral em qualquer iniciativa que nós tomarmos. Esse é o cuidado que tenho que ter, que é justo com o Brasil e decente com os brasileiros”.

 

 

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