Advogados no BrasilAdvogados no BrasilAdvogados no Brasil
  • Home
  • Brasil
  • Justiça
  • Política
  • Notícias
  • Sobre Nós
Search
Leitura: Guia prático para o inventário e para a partilha de bens após o falecimento de um dos cônjuges
Compartilhar
Font ResizerAa
Advogados no BrasilAdvogados no Brasil
Font ResizerAa
  • Home
  • Brasil
  • Justiça
  • Política
  • Notícias
  • Sobre Nós
Search
  • Home
  • Brasil
  • Justiça
  • Política
  • Notícias
  • Sobre Nós
Siga
Advogados no Brasil > Blog > Notícias > Guia prático para o inventário e para a partilha de bens após o falecimento de um dos cônjuges
Notícias

Guia prático para o inventário e para a partilha de bens após o falecimento de um dos cônjuges

Diego Velázquez
Compartilhar
5 Min de leitura
Francisco de Assis e Silva JBS
Francisco de Assis e Silva JBS
Compartilhar

Segundo o advogado Francisco de Assis e Silva JBS, a morte de um dos cônjuges pode ser um momento difícil e emocionalmente desafiador para a família, mas a realização do inventário e partilha dos bens é uma etapa fundamental do processo. A partilha de bens pode ser um processo complexo, mas este guia prático pode ajudar a torná-lo mais fácil e organizado. Confira! 

 

Reúna os documentos necessários

 

Para Francisco de Assis e Silva JBS, o primeiro passo na realização do inventário é reunir todos os documentos importantes relacionados aos bens do casal. Isso inclui documentos como certidões de casamento, certidões de nascimento, escrituras de imóveis, títulos de carros, extratos bancários, investimentos, aposentadorias, dívidas, etc. Esses documentos são essenciais para determinar quais bens o casal possuía e como eles serão distribuídos.

 

Determine o tipo de inventário a ser feito

 

Existem dois tipos de inventário que podem ser realizados após a morte de um dos cônjuges: o inventário extrajudicial e o inventário judicial. O inventário extrajudicial é feito quando não há litígio e todos os herdeiros são maiores e capazes. Já o inventário judicial é necessário quando há litígio entre os herdeiros ou quando um ou mais deles são menores ou incapazes. O inventário extrajudicial é mais rápido e menos oneroso, enquanto o inventário judicial é mais demorado e custoso.

 

Identifique os herdeiros

 

O próximo passo é identificar os herdeiros legais do cônjuge falecido, explica o Dr. Francisco de Assis e Silva JBS. Os herdeiros podem ser cônjuge sobrevivente, filhos, netos, pais, irmãos, etc. O processo de identificação dos herdeiros pode ser complexo, especialmente se houver litígio entre eles. Em casos de dúvida, é importante consultar um advogado para orientação.

 

Defina a quota-parte de cada herdeiro

 

Uma vez identificados os herdeiros, é preciso definir a quota-parte a que cada um terá direito. Isso dependerá da legislação aplicável, bem como da existência ou não de um testamento ou acordo pré-nupcial. A definição da quota-parte pode ser uma das partes mais desafiadoras do processo, especialmente quando há litígio entre os herdeiros. É importante buscar orientação jurídica para garantir que a distribuição dos bens seja justa e equitativa.

 

Faça o levantamento dos bens e das dívidas

 

Com a quota-parte definida, é hora de fazer o levantamento dos bens e das dívidas do casal. Isso inclui imóveis, carros, investimentos, contas bancárias, dívidas, etc. Francisco de Assis e Silva JBS ressalta que é importante ter um registro preciso e detalhado de todos os bens e dívidas para garantir que a partilha seja justa e equitativa.

 

Realize a partilha

 

Com o inventário completo, a definição da quota-parte dos herdeiros e o levantamento dos bens e das dívidas, é hora de realizar a partilha. A partilha pode ser feita por meio de acordo extrajudicial ou por meio de ação judicial. 

 

Para Francisco de Assis e Silva JBS, um dos pontos mais importantes é o prazo para realização do inventário e partilha. De acordo com a legislação brasileira, o inventário deve ser realizado em até 60 dias após o falecimento, prorrogáveis por mais 60 dias se houver motivo justificado. O não cumprimento do prazo pode resultar em multa e outras penalidades.

 

Além disso, é importante lembrar que a partilha de bens pode ter implicações fiscais, especialmente quando se trata de imóveis. Por exemplo, a transferência de um imóvel pode estar sujeita a impostos como o ITBI (Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis) ou o ITCMD (Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doação). É importante consultar um contador ou advogado para avaliar as implicações fiscais da partilha.

TAGGED:Advogado Francisco de Assis e Silva JBSdoutor em Direito Francisco de Assis e Silva JBSEmpresário Francisco de Assis e Silva JBSFrancisco de Assis e SilvaFrancisco de Assis e Silva JBS
Compartilhe este artigo
Facebook Twitter Copie o link Print
Compartilhar
Artigo Anterior Francisco de Assis e Silva JBS O Direito das Sucessões: entendendo os aspectos legais da transferência de bens e patrimônio após a morte com o advogado Francisco de Assis e Silva JBS
Próximo artigo Alan Belaciano Direito desportivo: a importância da defesa dos times com Alan Belaciano

News

Marcio André Savi
Saneamento básico no Brasil: por que o problema mais antigo da infraestrutura urbana ainda não foi resolvido?
Notícias 9 de julho de 2026
Pedro Daniel Magalhães
Transição geracional nas empresas: por que o perfil dos empreendedores está mudando a relação com o crédito 
Notícias 6 de julho de 2026
Adicional de periculosidade para motociclistas e novas regras de saúde mental mudam rotina das empresas em 2026
Política 3 de julho de 2026
Calendário da OAB em 2026 reúne três exames simultâneos e exige atenção redobrada dos candidatos
Justiça 3 de julho de 2026

Advogados no Brasil: Seu guia confiável para o mundo jurídico brasileiro. Notícias, análises e insights sobre as últimas atualizações legais, casos importantes e tendências no universo jurídico nacional. Mantenha-se informado com nosso blog dedicado a tudo que você precisa saber sobre advocacia no Brasil.

Entre em contato: [email protected]

Populares

Inteligência Artificial sob nova regulação: o que empresas e cidadãos precisam acompanhar em 2026
Brasil
Marco Regulatório da Inteligência Artificial Avança: Como a Nova Regulamentação Pode Mudar Direitos, Empresas e Serviços Públicos no Brasil
Política
Mario Augusto de Castro
Por que os encontros de veículos antigos atraem cada vez mais famílias no Brasil?
Notícias
Fraudes no INSS Avançam na Justiça: Quem Tem Direito ao Ressarcimento e Como Recuperar Valores Descontados Indevidamente
Justiça

Veja Também

Como os portais jurídicos digitais estão redefinindo o acesso à informação legal no Brasil
Justiça
Eleições 2026 e festas juninas: os limites entre tradição cultural e promoção político-eleitoral
Política
Dano moral por condições de trabalho insalubres: decisão da Justiça reforça limites ao poder do empregador
Justiça
Siga
© 2026 ADV no Brasil - [email protected] - tel.(11)91754-6532
  • Home
  • Contato
  • Quem Faz
  • Sobre Nós
  • Contato
  • Notícias
Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?